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Quarta-feira, Outubro 26, 2011

Segunda feira farei o último retoque: Aumentar a "perna" do R pra de fato juntar as letras, que parecem ter ficado um pouco espaçadas entre "brother" e "hood". Aí sim, dormirei tranquilo.

Segunda-feira, Outubro 24, 2011

Escolho o tédio como a melhor alternativa no momento: Poderia distrair minha mente num jogo de dúvidas, preocupações e falta de valor pelo que é feito, ou até mesmo puxar assuntos diversos, com pessoas que muitas vezes, nem conheço bem. Opto por abrir o navegador descontroladamente, na esperança de que algo de novo aconteça, apareça alguma mensagem que me puxe pra dentro de um mundo em que o tempo passe rápido, e toda essa tempestade vire finalmente o pote de ouro no fim do arco-íris.

No momento, porém, só me preocupo com o presente e o com o futuro: Acidentes de carro no passado que geram consequências no presente, notas no presente que gerarão mais preocupação no futuro.
Entre me lembrar disso tudo, escolho simplesmente abrir uma página em branco e transbordar qualquer tipo de informação que venha à mente, qualquer tipo de recordação do dia que eu ache verdadeiramente necessário colocar em palavras. De resto, lanches na padaria, tatuagens e conversas não precisam ser minunciosamente contatas. Minha memória se encarrega de verdadeiramente guardá-las pra sempre dentro de mim.  

Quinta-feira, Outubro 20, 2011


Sábado, Outubro 15, 2011


A felicidade tem endereço! Nunca me esquecerei das aproximadas 168 horas que mudaram minha vida para sempre. 7 dias de auto descobrimento, curtição e pura felicidade. 7 dias de pensamentos bons, aprendizagens e conquistas: de beijos na praia à beijos na chuva. De choros na noite ao reforço do elo que não se rompe mais. A fórmula parece fácil de combinar com o resultado: Uma viajem + Um irmão + Várias festas + Vontade de ser feliz = The Best trip ever!
Entre erros e acertos, fecho a conta da melhor semana de minha vida com um sorriso estampado de orelha à orelha, simplesmente porque eu estava com  a melhor pessoa que já conheci, meu verdadeiro e escolhido irmão. BTH pra sempre tatuado no coração.
E por mais que a volta à realidade seja dura, que os obstáculos pela frente pareçam imensamente penosos e dolorosos, me apoio em imagens tão simples: De músicas tocando animadas, o sol nascendo ao fundo e à irmandade ao meu lado, sorrindo, assim como eu.

Segunda-feira, Outubro 10, 2011

Entranhas estranhas

Me serviram hoje no serviço de quarto apenas tristeza e decepção, tanto na primeira quanto na terceira pessoa do meu singular. Grito nas entranhas na tentativa de expor o que sinto. Choro por dentro por duas únicas explicáveis e justas razões: A da tristeza por si própria, pelo sentimento de incapacidade e traição, e por não poder transpassar o choro para o externo de meu ser. Interferências ocorrem no pensamento, expectativas globais são jogadas no lixo, e o lixo passa a ser eu. A cada dia de vida no “mundo” jovial, perco um pouco de expectativas de vida futura. Parece-me demasiadamente surreal viver por longo tempo, convivendo com alguém que não mais suporto: eu mesmo.


Enquanto minha imagem e semelhança do que eu queria ser, curte para ambos, a parte que sobrou, com todos os defeitos, medos e falta de experiência fica com seus medos e faltas de experiência.

Enquanto “estar juntos” é efêmero, estar de fato junto é meu único e maior desejo. Quero aquilo que defino como “brotherhood”, que diga-se de passagem, se resume toda minha expectativa, daquilo que nutro dia após dia.

Enquanto se parece completamente utópico sentir tal tipo de tristeza na “terra da alegria”, conformo-me que realmente não pertenço a mim mesmo, justamente no tal sentimento que tanto defendo e tanto busco. Justamente nos momentos que sonhei pra mim, me fazem sentir inseguro diante da realidade. Death. Death. Death. Pra mim já chega de viver.

Domingo, Setembro 25, 2011

Bailão
Baião
Balão
Bailemos

Sábado, Setembro 24, 2011

Independência ou ... independência



No começo desse mês setembrino, logo na primeira semana, consegui finalmente chegar à margem do meu Rio Ipiranga, onde ergui minha espada e decretei e tão sonhada independência, embora ela não tenha plenitude, tampouco essência verdadeira. Fazer 18 anos era um conto de fadas, que até meus 17 e poucos segundos, eu nutria. Logo, me disseram que não era todo aquele conto infantil que eu esperava. E realmente, não muda nada para o lado bom. Ser “maior de idade” agora é a desculpa para tudo. Perder carteiras de plano de saúde, esquecer de um horário, não fazer um dever, tudo agora é motivo para eu ser lembrado que “agora eu sou responsável pelos meus atos.” Grande bosta. Não é porque eu completei certa idade, que eu tenho que me desvincular de tudo aquilo que me protegia. É fato que responsabilidades chegam, mas não é de um dia para o outro. Portanto, se é para o bem geral de mim mesmo, diga ao povo que não quero ser mais independente. Como faz pra reverter isso?

   Image Hosted by ImageShack.us - Flightless Bird, American Mouth  -   by Iron and Wine


Have I found you? 
Flightless bird, jealous, weeping… 
Or lost you? 
American mouth… 
Big bill
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